quarta-feira, 24 de agosto de 2011

O MOMENTO DA ESCOLHA

quarta-feira, 24 de agosto de 2011


Consoante os ensinamentos dos Espíritos, a Terra passa por um período muito significativo.


Trata-se do ápice de um estado evolutivo e do princípio de outro.


Cuida-se, na conformidade dos ditos populares, do fim dos tempos.


Mas é apenas do fim dos tempos de angústia que se fala.


A vida no planeta não vai cessar e nem a Humanidade se extinguirá.


Vive-se a transição da fase de provas e expiações para a de regeneração e paz.


Em decorrência dessa transição, muitos fenômenos angustiantes chamam a atenção.


São terremotos, tsunamis, enchentes, desmoronamentos e tragédias as mais diversas.


Mas, de outro lado, dão-se ocorrências não menos interessantes.


São os espetáculos da solidariedade, quando incontáveis mãos se movimentam para socorrer quem sofre.


Regimes totalitários são postos em xeque por ideais e movimentos democráticos.


A evolução informática e a troca de dados tornam mais difícil a criminalidade anônima e impune.


São tempos novos esses.


Neles, os valores são colocados em teste.


É necessário definir-se.


Ou se decide viver de forma digna e fraterna ou se busca levar vantagem com a instabilidade temporária.


Ocorre que nessa definição de rumos cada um está a traçar o seu destino.


Porque na Terra em breve devem cessar os espetáculos da dor mais atroz.


O ambiente planetário se tornará regenerador e pacífico.


Os mundos funcionam como escolas nas quais os Espíritos são matriculados pela Divindade.


Eles oscilam grandemente em suas características.


Alguns se assemelham a hospitais e a penitenciárias.


Neles encarnam os doentes da alma, portadores de incontáveis vícios.


Orgulhosos, cruéis, preguiçosos e espertos compõem a maioria dos habitantes.


Evidentemente, há os que têm sucesso em suas lutas íntimas e não se acomodam a esse quadro.


Embora com dificuldade, seu viver é digno.


Também há os missionários do amor Divino, que ali estão na qualidade de professores do bem infinito.


Mas existem os mundos destinados à tranquila maturação das virtudes.


Ser eleito para a paz ou para os duros embates depende da própria realidade íntima.


Neste momento, cada homem define o seu futuro.


Na Terra, só devem continuar a renascer os dispostos ao trabalho e à vivência do bem.


Quem gosta de levar vantagem e fica indiferente ante a dor alheia nela não encontrará mais recursos evolutivos. Pois sensibilidades embotadas necessitam ser trabalhadas por grandes dores.


O ser endurecido precisará renascer em mundos mais primitivos, para ter as lições adequadas ao seu caráter.


Convém refletir sobre essa transformação do planeta e definir o próprio futuro.


[Redação do Momento Espírita]

4 bilhetes:

Nina Dias disse...

Obrigada pelo texto lindo! bj

Marjory disse...

Que lindo esse texto... refletir nesses tempestivos dias, é imprescindível para a definição da humanidade e de nós mesmos.
Um beijão!

Malu disse...

Uma partilha maravilhosa!
Uma nova era se aproxima carregada de evoluções...

Artes da Cris disse...

Maravilhoso! Obrigada.

 
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